O laço da clínica
Do telefone à cadeira, e depois à cadeira ao lado.
Este percurso não tem laboratório, não tem peça, não tem fronteira e não tem alfândega. O que tem é o que uma clínica faz vinte vezes por dia: alguém liga, entra numa fila, é atendida, marca uma hora, senta-se na cadeira, paga — e volta a sentar-se noutra especialidade, que foi criada durante esta caminhada e não é dentária. Metade do modelo da clínica nunca tinha corrido contra a instalação real: o preçário próprio, o dinheiro e o registo da consulta estavam todos a zero antes deste percurso começar.
- Passos
- 17
- Pedidos à API
- 55
- Recusas registadas
- 8
- Gestos fora do produto
- 1
- Organizações
- 1
- Especialidades
- 3, uma não-dentária
Este documento desenha o percurso no navegador, e o navegador não chegou a executar essa parte: ou o JavaScript está desligado, ou um dos ficheiros não chegou pela rede. Os números aqui em cima são os verdadeiros; o que falta é a lista dos passos e dos achados. Recarregar a página costuma bastar.
O que não correu bem
Percorrer o produto com mãos humanas serve para isto: os pontos onde uma pessoa real fica presa, e as garantias que o produto tem e não deixa ninguém ver. Os que entretanto ficarem fechados são marcados como corrigidos.
Este é um percurso, não é o percurso.
Uma clínica não tem uma especialidade — tem um conjunto. O átrio diz quais os percursos que existem, quais já foram caminhados com mãos humanas, e quais ainda não. Os que ainda não estão marcados assim mesmo: por percorrer.