Plataforma clínica & laboratório
Das pessoas que ainda são apenas um contacto até à peça colocada na boca do paciente e ao acompanhamento que vem depois — sobre uma base construída desde o primeiro dia para tratar dados de saúde com as obrigações que eles trazem.
Não é um módulo com acessórios à volta. São nove domínios, cada um com o seu modelo de dados, as suas permissões e os seus ecrãs. Toque num para ver o que tem dentro.
189 pontos de acesso não é um número para impressionar — é o que uma plataforma precisa quando cada gesto tem de ser separado dos outros para poder ser autorizado, auditado e testado isoladamente.
As decisões que não se mudam depois de haver clientes. Cada uma tem consequência directa no que a clínica vê — e no que o laboratório não vê.
Do momento em que a clínica abre o trabalho até à peça colocada. Cada passo é um gesto autorizado, registado na cadeia de auditoria e testado isoladamente. Arraste para o lado.
O que acontece entre a peça entregue e o dinheiro na conta — e porque é que cada passo existe separado dos outros.
Cada rotina responde a uma pergunta de estado — «o que está por fazer agora?» — em vez de reagir a acontecimentos. É o que a torna segura de repetir: correr duas vezes dá o mesmo resultado que correr uma.
Está inventariado peça a peça. Nenhuma destas é uma incógnita.
1845 testes automáticos correm contra uma base de dados criada e destruída a cada execução, com as regras de separação entre organizações activas — não desligadas para os testes passarem.
Além dos testes de comportamento, 37 verificações leem o próprio código e recusam padrões conhecidos por falharem em silêncio: uma consulta sem âmbito declarado, uma rota sem permissão exigida, uma secção que rebenta ao abrir pela primeira vez, texto de pessoas a entrar no registo de auditoria. Cada uma nasceu de um defeito real.
A regra da casa é que tudo está coberto salvo o que estiver nomeado com a razão. Uma excepção sem justificação escrita não é uma excepção — é um esquecimento com aspecto de decisão.